sábado, 20 de março de 2010
Chegou a Primavera.
A primavera...A primavera, também é isso, e aquilo em que o ser humano acredita...É o crescimento da semente que é deitada a terra,e nos dá este alimento rico em ferro...É a construção que necessitamos para nos abrigar,é o florir dos campos,e o rebentar das árvores...É o sol que nos ilumina e nos aquece...É tudo o que há de bom para o ser humano...
Primavera é...O homem e antes de mais nada um projecto que se vive diariamente em vez de ser uma ,qualquer coisa...Ou uma couve flor branca ou negra espigada...E o homem será antes de mais o que tiver projectado ser! Não o que quiser ser...Porque o que entendemos vulgarmente, por querer é uma decisão consciente e que para maior parte de nós é posterior aquilo que por ele próprio se fez...
Tudo isto não é mais que a manifestação de uma escolha mais original,mais espontânea do que se chama vontade.
Mas verdadeiramente o homem é responsável por aquilo que é...
Primavera é...O homem e antes de mais nada um projecto que se vive diariamente em vez de ser uma ,qualquer coisa...Ou uma couve flor branca ou negra espigada...E o homem será antes de mais o que tiver projectado ser! Não o que quiser ser...Porque o que entendemos vulgarmente, por querer é uma decisão consciente e que para maior parte de nós é posterior aquilo que por ele próprio se fez...
Tudo isto não é mais que a manifestação de uma escolha mais original,mais espontânea do que se chama vontade.
Mas verdadeiramente o homem é responsável por aquilo que é...
quarta-feira, 17 de março de 2010
Capela
Não é a primeira vez que venho aqui falar deste magnifico espaço ao qual eu chamo o ex-líbre da nossa aldeia,e que é património do povo,e pela primeira vez venho mostrar o interior desta magnifica capela,embora pequena mas com um altar mor e com um grande significado,de cor de rosa...
Pela primeira vez e com tempo disponível tive a oportunidade de verificar o interior da capela e já aqui tinha lamentado para alguém que necessitava de algum arranjo,e como apanhei a porta aberta disparei a maquina fotográfíca,e deu-me este belo exemplo...Uma bonita imagem da santa colocada no seu digníssimo altar,e paredes pintadas de branco:Já houve uma ligeira atenção,e um melhoramento numas das salas de visitas da nossa aldeia, e por isso só posso dar os parabéns aos promotores que se interessaram por esta boa feitoria,que bem eram precisas porque aqui neste lugar,e pela ultima vez velamos os familiares,e amigos que partem para a eternidade...Parabéns a junta, ou aos autores que se dignaram pela bem feitoria deste espaço.Lamento não vos dar o nome da Santa que se encontra no Altar mor porque no meu conhecimento parece-me a Santa Luzia...Será que é?
Pela primeira vez e com tempo disponível tive a oportunidade de verificar o interior da capela e já aqui tinha lamentado para alguém que necessitava de algum arranjo,e como apanhei a porta aberta disparei a maquina fotográfíca,e deu-me este belo exemplo...Uma bonita imagem da santa colocada no seu digníssimo altar,e paredes pintadas de branco:Já houve uma ligeira atenção,e um melhoramento numas das salas de visitas da nossa aldeia, e por isso só posso dar os parabéns aos promotores que se interessaram por esta boa feitoria,que bem eram precisas porque aqui neste lugar,e pela ultima vez velamos os familiares,e amigos que partem para a eternidade...Parabéns a junta, ou aos autores que se dignaram pela bem feitoria deste espaço.Lamento não vos dar o nome da Santa que se encontra no Altar mor porque no meu conhecimento parece-me a Santa Luzia...Será que é?
segunda-feira, 15 de março de 2010
Procissão de Regresso a Capela
A procissão depois de percorrer o recinto que é habitual em todo o redor da capela,e no seu regresso de novo ao local de partida,já muitos próximo do alpendre,mesmo a entrada do monumento...Monumento este com algumas centenas de anos,pela informação dada de geração em geração, e ao certo ninguém sabe dar uma informação correta, porque escritos a respeito da nossa Senhora da rosa em concreto ainda ninguém encontrou em lugar algum...É pena que nada aja falando da nossa senhora da Carantonha,e mais falando dos seus longos anos, anos ligados a estas festas religiosas...Lamentavelmente pouca informação existe.E neste magnifico local banhado pelos ventos da Serra da Estrela a qual a vistamos lá ao longe...
quarta-feira, 10 de março de 2010
A Festa da Senhora da Rosa.
Ainda a festa da nossa Senhora da Rosa,na Carantonha realizada no primeiro Domingo de Setembro do ano de 2009,estive presente assisti as cerimonias religiosas e captei algumas imagens além da missa também do inicio da processão religiosa que se fez acompanhar de muita gente a saída da capela e como vem sendo habito há muitos anos a esta parte.Apesar de alguns contratempos por parte dos responsáveis pela religião, os participantes fieis embora em menor número está muito a quem dos meus tempos de juventude...O povo continua crente,mas agora mesmo houve num órgão de informação altos responsáveis da igreja católica com fortes responsabilidades ligados a casos de pedofilia um pouco por toda a Europa...O aldeões continuam a acreditar naquilo em que foram habituados e como prova disso seguem os mesmos costumes de há muitos séculos,e estas imagens que aqui publico dão muito bem essa leitura de bons costumes.O povo do Telhado embora em menor número de participação continuam a adorar a nossa Senhora da Rosa da Carantonha,e seguindo a crença em que acreditam, e de louvar a participação dos jovens...
segunda-feira, 8 de março de 2010
Zona Florestal
Este espaço faz parte do pulmão de arvoredo entre a serra da Estrela,e a vila de Manteigas,é uma mata virgem e verdejante fazendo lembrar as matas virgens de África e as imagens são bem a prova daquilo que de bom vai existindo.Nestas encostas do vale glaciar do rio zezere que concorre as sete maravilhas do mundo segundo informação é um dos vales glaciar mais longo da Europa.De inegável beleza estas belas imagens com a sua magnifica floresta na mesma encosta do vale deslizando ate as portas da bonita vila de Manteigas.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Nasci e Cresci Aqui.
Nasci e cresci aqui sobe o olhar atento do Pai Joaquim, e da Mãe Isaura,Mulher baixa,de olhos azuis e cabelo,apanhado,e enquanto o pai tocava a roda do oleiro, e preparando o barro para iniciar mais um dia de fabricação de objectos que tanto poderia ser bilhas, vasos, ou potes,eu em pequeno como muitas crianças da nossa idade, na altura,sentado na soleira da porta,brincava moldando os bocadinhos de barro sobe o olhar atento do Pai Joaquim enquanto a mãe Isaura laborava na vida caseira,e tratava de cuidar das peças de olharia enquanto expostas ao sol e por vezes tinham que ser retiradas para a sombra afim de se não partirem com o excesso de calor...Corri pelas ruas jogando as escondidas durante os fins de tarde e principio de noite,com as ruas pouco iluminadas, e naturalmente corria-mos toda a aldeia nos nossos jogos de crianças...Quem não se recorda?Muitas vezes os meus primos o Manuel Eleutério, e o Luís de Almeida que trabalhavam na ajuda ao meu pai na olaria, e preocupados comigo e a mando do Pai lá iam a minha procura ali para os lados do jogo da bola.Aí que ,malvados,nem para brincar havia liberdade...Até aos vinte anos permaneci por aqui,ajudando os Pais em todas as tarefas,mas depois parti...Parti por longo tempo...E hoje frequentemente visito o local que me viu crescer...Aí que saudades...E o tempo passou...E os meus netos me fazem recordar essas saudade,partilhando algum tempo com eles...
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Prédio da Junta de Freguesia da Coutada.
A medida que vou vendo as fotos faço os possíveis para divulgar aquilo que acho de interessante para publicar no meu blogs.E um pouco por todo o lado vou conseguindo recolher fotos para a publicação,e com um simples comentários:Em principio principiei pela minha aldeia Telhado mas como nos meios pequenos as noticias por vezes são poucas,e não dava para alimentar frequentes publicações, então para que este não caia no esquecimento uma vez mais recorri a outros lugares...Este prédio é da junta de Freguesia da Coutada mesmo no centro da aldeia conhecido por Largo do Casão.
Há uns anos passados assisti aqui a uma reunião de assembleia de freguesia,bastante participada,e com um tema que tocava a todos os aldeões,e com calorosa discussão...E porquê?Porque na altura que assisti a esta reunião e que dizia respeito ao mesmo edifício que havia quem dizia...O prédio da foto estava em nome da Câmara da Covilhã.Na altura a junta de freguesia era conotada pelo PSD,e as oposições o puseram-se e em meu entender muito Bem...Discordando e alegando que este património era do povo de pertença a junta de Freguesia e não da respectiva Câmara...Daí para cá nunca mais tive a oportunidade de assistir a qualquer reunião de assembleia de Freguesia, e também nunca cheguei a saber se o prédio continua em nome da junta ou em nome da Câmara da Covilhã?Afinal de quem é o Prédio?Alguém por uma questão de curiosidade me saberá dar uma resposta?Presentemente aqui funciona os serviços da Junta de freguesia,e o centro médico,e serviço de correios.
Há uns anos passados assisti aqui a uma reunião de assembleia de freguesia,bastante participada,e com um tema que tocava a todos os aldeões,e com calorosa discussão...E porquê?Porque na altura que assisti a esta reunião e que dizia respeito ao mesmo edifício que havia quem dizia...O prédio da foto estava em nome da Câmara da Covilhã.Na altura a junta de freguesia era conotada pelo PSD,e as oposições o puseram-se e em meu entender muito Bem...Discordando e alegando que este património era do povo de pertença a junta de Freguesia e não da respectiva Câmara...Daí para cá nunca mais tive a oportunidade de assistir a qualquer reunião de assembleia de Freguesia, e também nunca cheguei a saber se o prédio continua em nome da junta ou em nome da Câmara da Covilhã?Afinal de quem é o Prédio?Alguém por uma questão de curiosidade me saberá dar uma resposta?Presentemente aqui funciona os serviços da Junta de freguesia,e o centro médico,e serviço de correios.
domingo, 21 de fevereiro de 2010
Aldeia do Barco
Esta Aldeia banhada pelo rio Zêzere, Barco porque os aldeãs da aldeia,e das aldeias vizinhas para se deslocarem de um lado para o outro a travessia era feita por uma barca e puxada com a força humana e com umas grandes varas lá iam dirigindo a barca,e provavelmente venha aí o nome de Barco.
Presentemente está construída uma ponte que muito veio beneficiar as populações nas deslocações de um para o outro lado, e eu muito bem me recordo da sua inauguração, desde há alguns anos a esta parte,era ainda um jovem.A aldeia banhada pelo rio Zêzere a sul,e a norte com as suas vizinhas serras demonstram a riqueza de pinhal, dá para as aldeias ,e suas gentes...Alguns habitantes destas aldeias,a sua sobrevivência era no amanho das terras, e noutros tempos mais distantes nas minas de volfrâmio na aldeia da Panasqueira.
A industria por aqui,no meu conhecimento era relativamente fraca e por isso muitos habitantes da aldeia desde os anos de 1960 que começaram a emigrar para diversos Países da Europa:Além de aldeias serranas nota-se a tranquilidade e o sossego!Respirando-se os belos ares saudáveis, e a boa alimentação.O rio continua deslizando lentamente com as suas águas ,em direcção até a foz do rio Tejo.A aldeia mostrando as suas belas habitações modernas e com excelentes condições de habitabilidade.
Presentemente está construída uma ponte que muito veio beneficiar as populações nas deslocações de um para o outro lado, e eu muito bem me recordo da sua inauguração, desde há alguns anos a esta parte,era ainda um jovem.A aldeia banhada pelo rio Zêzere a sul,e a norte com as suas vizinhas serras demonstram a riqueza de pinhal, dá para as aldeias ,e suas gentes...Alguns habitantes destas aldeias,a sua sobrevivência era no amanho das terras, e noutros tempos mais distantes nas minas de volfrâmio na aldeia da Panasqueira.
A industria por aqui,no meu conhecimento era relativamente fraca e por isso muitos habitantes da aldeia desde os anos de 1960 que começaram a emigrar para diversos Países da Europa:Além de aldeias serranas nota-se a tranquilidade e o sossego!Respirando-se os belos ares saudáveis, e a boa alimentação.O rio continua deslizando lentamente com as suas águas ,em direcção até a foz do rio Tejo.A aldeia mostrando as suas belas habitações modernas e com excelentes condições de habitabilidade.
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Comboio na Linha da Beira Baixa.
Este meio de transporte bem conhecido de todos os Portugueses, e essencialmente os Beirões que o, utilizam, e que circula há mais de cem anos, e eu com os meus onze anos o utilizei pela primeira vez entre o Fundão e capital Lisboa Santa Apolónia, e vice versa,e continuei a utilizar durante a minha juventude:Enquanto deslocação entre a cidade de Lisboa percorrendo toda a beira Baixa e a província do Ribatejo, e nos tempos em que era preciso uma noite inteira para fazer este percurso, entre Lisboa e Guarda essencialmente o comboio que transportava a mala posta...Mala posta correio,e durante a noite.Da-me a querer que ainda vejo as pessoas em muitas estações a forçar a entrada com os seus volumes extremamente volumosos, com os seus cabazes, e sextos seios de produtos de hortaliças ,e fumeiro entre as suas aldeias e a capital,era assim no tempo que eu utilizava este meio de transporte,tentando penetrar por tudo quanto era comboio...Não fosse ele zarpar e deixa-se os passageiros em terra! Presentemente,há muito que não utilizo este meio de transporte mas que tenho saudades é um facto.Muito mais rápido que noutros tempos antes eram puxados com as maquinas a vapor, depois a gasóleo e de momento as modernas maquinas eléctricas...Tenho saudades e qualquer dia ponho-me nos meus cuidados e vou voltar a utilizar, em forma de passeio e ver esta magnifica beleza de meio de transporte muito mais limpo,e porque temos paisagens maravilhosas sobre a planície do Ribatejo,e percorrendo as margens do rio tejo, e algumas zonas da Beira interior.Será sem duvida uma boa oportunidade para fazer algumas fotos para publicação...Há dias fui surpreendido por esta bela locomotiva que não estava a espera e só tive tempo de pegar na maquina fotográfica e a toda a pressa disparei antes que ele se fosse.Ele comboio,claro, e fotografeio num andamento relativamento rápido.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A Casa da Família.
Por esta casa passou o sucesso da família, e também a oficina de oleiro, e aqui existiu uma família igual a muitas que habitaram na aldeia, uma família, que no tempo da segunda grande guerra,muito trabalhou para criar os seus quatro filhos,ainda pequeninos,a Lurdes, a Arminda, o Joaquim nascido em 1944, o Américo quatro anos depois,dos zero aos sete anos,e todos seguiram o seu rumo:Era uma família,ainda hoje existem os laços de amizade e amor entre os irmãos...Os Pais ...Pois estes,há muitos anos que fazem parte da eternidade...Deus os tenha no melhor lugar do céu...Em pequenino aqui gatinhei,,saltei,cantei,chorei,dormi,e trabalhei,neste espaço que era tão acolhedor,com o carinho dos pais e dos irmãos mais velhos...Aqui se organizou uma família de bons costumes...Também toda a família trabalhou arduamente para que o futuro fosse possível para o bem estar geral de todos....Que belas recordações da minha infância...
Foi uma casa moderna para a época,hoje um pouco cansada do tempo resume-se a um lugar de espera.
E um simples texto que o narrador faz de volta a casa da família que tantas saudades deixou...Saudades da família dos pais e dos irmãos,e o amor e carinho que aqui recebi, e vivi.Na infância na adolescência e a na juventude.
Aqui porém é descrição que é predominante,sendo descrito um espaço físico,exterior,isto é era a casa do largo da praça que funcionava como especial santuário,e local de solidão.
Foi uma casa moderna para a época,hoje um pouco cansada do tempo resume-se a um lugar de espera.
E um simples texto que o narrador faz de volta a casa da família que tantas saudades deixou...Saudades da família dos pais e dos irmãos,e o amor e carinho que aqui recebi, e vivi.Na infância na adolescência e a na juventude.
Aqui porém é descrição que é predominante,sendo descrito um espaço físico,exterior,isto é era a casa do largo da praça que funcionava como especial santuário,e local de solidão.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Industria do Ferro.
Devido ao momento actual,em que dizem que o País está mergulhada numa profunda,e acentuada crise,pois aqui nestes altos fornos da Cederurgia nacional em Paio Pires,há alguns anos a esta parte fabricava-se toneladas de ferro,e existia milhares de postos de trabalho, e os operários deste estabelecimentos faziam além dos turnos normais excediam o seu horário normal de trabalho em horas...Hoje pelo que tenho conhecimento estão trabalhando a meio gaz,e o que é que se fabrica neste momento?Nada ou quase nada...E o porquê?
Porque infelizmente os Países mais pobres que o nosso,como a China, e outros em troca de meia dúzia de grãos de arroz invadem-nos com um pouco de tudo desde plásticos, e mesmo objectos para a industria automóvel,porque grandes empresas Europeias mandam fazer quase tudo nesses Países de estrema pobreza, porque em muitos estabelecimentos comerciais,e nos objectos que compramos notasse as etiquetas ma-de em china...Aonde mora a produção de riqueza, que os nossos governantes tanto apregoam?Se eles próprios rebentaram com a riqueza do sector produtivo...E isto nota-se um pouco por todo o País fechar empresas por tudo e por nada...Infelizmente não passamos de um País de pedintes, e com tendência a agravar-se cada vez mais....
Porque infelizmente os Países mais pobres que o nosso,como a China, e outros em troca de meia dúzia de grãos de arroz invadem-nos com um pouco de tudo desde plásticos, e mesmo objectos para a industria automóvel,porque grandes empresas Europeias mandam fazer quase tudo nesses Países de estrema pobreza, porque em muitos estabelecimentos comerciais,e nos objectos que compramos notasse as etiquetas ma-de em china...Aonde mora a produção de riqueza, que os nossos governantes tanto apregoam?Se eles próprios rebentaram com a riqueza do sector produtivo...E isto nota-se um pouco por todo o País fechar empresas por tudo e por nada...Infelizmente não passamos de um País de pedintes, e com tendência a agravar-se cada vez mais....
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
História de Amigos.
Este é o rio zêzêre,correndo desde a sua nascente Serra da Estrela até constância desaguando no famoso rio teso,em Constância,e esta foto do rio banha a aldeia da freguesia do Barco, e em pleno inverno as suas águas não saíram do respectivo leito habitual, e decorria o ano de 1968, em pleno verão quente depois do meu regresso da guerra de Angola,a rapaziada do Barco fizeram-nos um convite para os rapazes da minha aldeia ir disputar um jogo de futebol com eles,eles amigos do Barco:E assim foi...Terminada a partida de futebol, transpirado e seio de sede dirige-me ao respectivo rio que estava mesmo ali a beirinha, do campo,e não vai de modas mergulhei nas aguas deste bebo agua até matar a malvada sede e tomei banho até ficar fresco que nem uma alface...Habituado aos contratempos que tinha passado na guerra nada nos fazia fronteira...
De seguida corremos em direcção a aldeia afim de mudarmos de roupa, e continuar o resto da tarde em convívio nos comes e bebes comendo peixinho frito do mesmo rio.O convite foi feito pelo meu amigo Américo Serra Delgado e outros rapazes do grupo...Infelizmente este meu amigo pouco tempo depois também foi mobilizado para a prestar serviço militar na guerra da Guiné, e com a mesma especialidade igual a minha Enfermeiro: Depois do seu regresso da Guiné continuamos com a mesma amizade.Infelizmente já não faz parte do nossos dias de hoje...Partiu há alguns anos, e Deus o tenha em descanso...
De seguida corremos em direcção a aldeia afim de mudarmos de roupa, e continuar o resto da tarde em convívio nos comes e bebes comendo peixinho frito do mesmo rio.O convite foi feito pelo meu amigo Américo Serra Delgado e outros rapazes do grupo...Infelizmente este meu amigo pouco tempo depois também foi mobilizado para a prestar serviço militar na guerra da Guiné, e com a mesma especialidade igual a minha Enfermeiro: Depois do seu regresso da Guiné continuamos com a mesma amizade.Infelizmente já não faz parte do nossos dias de hoje...Partiu há alguns anos, e Deus o tenha em descanso...
domingo, 31 de janeiro de 2010
Batata Diferente.
Este fenómeno de batata quase parece fora do normal, em si o seu feitio, porque isto aconteceu nas quintas da Aldeia de Joanes,Fundão e alguém de família sabendo que eu tinha a possibilidade de a vir mostrar pelo menos num blog, então acedi aceitar a oferta da foto e a publicar.Um pouco por todo o lado vão acontecendo coisas deste género e isto revela que a mãe natureza fase-nos estas surpresas surpreendentes.Esta é a etapa de uma descoberta que nunca terminará, pois ao longo da nossa vida, vamos voltar a ser capazes de nos admirarmos...É a mãe natureza, que nos oferece coisa boas e más...Mas quanto a mim prefiro as boas e não as más.Neste caso dá para olhar bem para a batata.
A Viagem a Aldeia.
A viagem a aldeia natal é,em termos evocativos,uma viagem às origens,a um espaço genesíaco, cósmico, de equilíbrio.Nessas origens há lugares preferenciados, como a montanha , por exemplo.A montanha surge,alias,em dois momentos desta discrição:Ao longe, a sublinhar o seu distanciamento das coisas meramente terrenas,branca de espaço, pela neve que a cobre mas também pelo que no branco é quietude,essência, pureza.A focalização exerce-se, portanto,de baixo para cima, do comboio para o alto.Mas no segundo momento do texto a «montanha recua»,e «suspenso sobre ela, unido o cântico dos homens»chega um outro coral de paz e de esperança.Afinal, aqui, a montanha deixa de ser inacessível para permitir a paz e a união com os homens,o tempo mítico e de recriação poética, de recusa da finitude.
O ambiente que se recria é alegre,cheio de sons,cheio de vida.E embora passem camponeses escuros e pedintes,eles serão irmanados pelos cânticos e pela música, pela luz que a neve irradia.Neste excerto comprovamos,mais uma vez,que o narrador é suporte de todo o enunciado descrito e que nele coloca toda a sua subjectividade.Mais uma vez verificamos que há lugares e objectos que,por excelência invadem para nela se instalarem com espaços de plenitude cósmica ,que estimulam o trabalho artístico e evocativo,dando lugar a uma escrita emocionada,reveladora das mais profundas evidências do ser. Apontamentos Vergílio Ferreira.Aparição.E. A.
O ambiente que se recria é alegre,cheio de sons,cheio de vida.E embora passem camponeses escuros e pedintes,eles serão irmanados pelos cânticos e pela música, pela luz que a neve irradia.Neste excerto comprovamos,mais uma vez,que o narrador é suporte de todo o enunciado descrito e que nele coloca toda a sua subjectividade.Mais uma vez verificamos que há lugares e objectos que,por excelência invadem para nela se instalarem com espaços de plenitude cósmica ,que estimulam o trabalho artístico e evocativo,dando lugar a uma escrita emocionada,reveladora das mais profundas evidências do ser. Apontamentos Vergílio Ferreira.Aparição.E. A.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Fonte de Mergulho.
Um pouco por todo o interior das aldeias das Beiras, da-mo-nos de caras com autenticas magnificas fontes que em tempos os povos faziam nas fontes de mergulho o seu reabastecimento de água para todas as tarefas caseiras, além da alimentação incluindo para os cozinhados, banhos etc.
Não há muitos anos, esta fonte reabastecia parte da população da Aldeia da Coutada,eu próprio cheguei a ir buscar água a este local...Há dias pus-me nos meus cuidados de curiosidade e visitei este lugar com bom caminho até a beira da água da respectiva fonte, que de momento não faz grande inconveniente pelo razão de todos os Aldeões terem água ao domicilio:
Mas não deixo de elogiar a fonte de mergulho que matou a sede a tanta gente, sem nada pedir em troca...Mas quanto a mim é sempre um património a ter em consideração...E no próximo verão prometo, na altura de maior calor vir de novo visitar este mesmo lugar, afim de certificar se o seu nascente continua com a mesma disposição de dar a mesma quantidade de água...
Não há muitos anos, esta fonte reabastecia parte da população da Aldeia da Coutada,eu próprio cheguei a ir buscar água a este local...Há dias pus-me nos meus cuidados de curiosidade e visitei este lugar com bom caminho até a beira da água da respectiva fonte, que de momento não faz grande inconveniente pelo razão de todos os Aldeões terem água ao domicilio:
Mas não deixo de elogiar a fonte de mergulho que matou a sede a tanta gente, sem nada pedir em troca...Mas quanto a mim é sempre um património a ter em consideração...E no próximo verão prometo, na altura de maior calor vir de novo visitar este mesmo lugar, afim de certificar se o seu nascente continua com a mesma disposição de dar a mesma quantidade de água...
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Linha de Água.
Este ribeiro de água, e mesmo junto a população da freguesia da aldeia da Coutada,e com o seu seguimento,tranquilo de águas límpidas, corre silenciosamente,até ao rio zezere.Mas este espaço de lazer era aonde antigamente as senhoras da aldeia, incluindo jovens, raparigas lavavam a roupa nas aguas do mesmo.
Isto foi há longos anos, porque hoje felizmente toda a aldeia tem agua canalizada, e um ou outro que tem o privilégio de ter quintal com alguns metros de terra, também têm o benefício de ter um furo para exploração de agua.Bem mas a atracção física que nos une é aquilo que há alguns anos era ponto de encontro das lava-deras,hoje pode ser simplesmente um ponto de encontro, para fazer uns assados na brasa,neste belo local, aprazível, com barbe-cus incluídos, e agua canalizada, incluíndo mesas e bancos para o efeito:
É um espaço publico aberto a quem o queira utilizar para os fins que acabo de anunciar...Um espaço aproveitado, e recuperado pelos membros do poder local, há algum tempo:Recordo com alguma emoção,era um espaço seio de ervas, e lama,e hoje tornasse um espaço acolhedor, limpo e de bem estar...
Resta-me simplesmente desejar os meus sinceros parabéns aos membros da bem feitoria desta proeza em prol da sociedade da vossa aldeia:
Isto foi há longos anos, porque hoje felizmente toda a aldeia tem agua canalizada, e um ou outro que tem o privilégio de ter quintal com alguns metros de terra, também têm o benefício de ter um furo para exploração de agua.Bem mas a atracção física que nos une é aquilo que há alguns anos era ponto de encontro das lava-deras,hoje pode ser simplesmente um ponto de encontro, para fazer uns assados na brasa,neste belo local, aprazível, com barbe-cus incluídos, e agua canalizada, incluíndo mesas e bancos para o efeito:
É um espaço publico aberto a quem o queira utilizar para os fins que acabo de anunciar...Um espaço aproveitado, e recuperado pelos membros do poder local, há algum tempo:Recordo com alguma emoção,era um espaço seio de ervas, e lama,e hoje tornasse um espaço acolhedor, limpo e de bem estar...
Resta-me simplesmente desejar os meus sinceros parabéns aos membros da bem feitoria desta proeza em prol da sociedade da vossa aldeia:
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Costuma-se dizer na minha Aldeia o cão entra porque a porta estava aberta: Foi o significado de eu estar a passar numa rua da Aldeia da Coutada, e olho para dentro do quintal que era da D. Fernandinha ou do Senhor Professor ambos falecidos, e despertou-me a atenção este pote de (barro)ou Talha de três vinténs, entro, porque eram umas pessoas com quem mantinha um bom relacionamento,pelo facto de quando a minha filha tinha a bonita idade de quatro anos a dita dona desta propriedade perguntava-me sempre por ela devido as sua resposta sempre rápidas e na ponta da língua...E por coisas simples como estas nunca esquecemos aqueles que gostam dos nossos...Entretanto entro e nisto vêm um senhor a sair a traz de uma carrinha, e dentro das normas de respeito, como estava em propriedade privada, pedi-lhe se podia fazer uma foto ao pote, e o senhor respondeu-me que sim mas que não demorasse porque estava de saída, percebi a pressa do senhor e responde-lhe que só necessitava de alguns segundo que iria ser breve, e foi: E logo que adquiri o que pretendia saímos da propriedade ao lado um do outro, e o senhor fechou o portão a chave .
Conheci os antigos donos, mas hoje não sei quem são os seus legítimos proprietários:Bem mas como eu sou um apaixonado por objectos de barro, e a mais sabendo eu que foram fabricados na minha terra não podia deixar de vir aqui a publico manifestar este comportamento tão nobre revelando a identidade de um povo que bastante trabalhou em prol do desenvolvimento e identidade da minha aldeia (Telhado).Só não sei quem foi o oleiro que o fabricou, porque milhares destes pontes foram vendidos em toda a beira baixa...Não percebo a razão de o virarem de boca para baixo será pelo facto de não vir a tombar?Ou será que não a cereais para guardarem dentro dele, como por exemplo vinho, vinagre, ou azeite.Sendo assim qualquer dia estará cheio de musgo...
Conheci os antigos donos, mas hoje não sei quem são os seus legítimos proprietários:Bem mas como eu sou um apaixonado por objectos de barro, e a mais sabendo eu que foram fabricados na minha terra não podia deixar de vir aqui a publico manifestar este comportamento tão nobre revelando a identidade de um povo que bastante trabalhou em prol do desenvolvimento e identidade da minha aldeia (Telhado).Só não sei quem foi o oleiro que o fabricou, porque milhares destes pontes foram vendidos em toda a beira baixa...Não percebo a razão de o virarem de boca para baixo será pelo facto de não vir a tombar?Ou será que não a cereais para guardarem dentro dele, como por exemplo vinho, vinagre, ou azeite.Sendo assim qualquer dia estará cheio de musgo...
sábado, 23 de janeiro de 2010
Frade
Nesta ultima viagem que fiz há dias sai de casa iniciando o itinerário habitual, e já muito próximo do campo militar de Alcochete, entre o cruzamento de Évora, muito Próximo do Portucal,indo acompanhado, e de momento tive que fazer uma paragem obrigatória porque um dos acompanhantes enjoou, e logo que me foi possível saí fora da estrada,estacionei abri o carro e saí, por alguns minutos:Já fora da viatura olho em enfrente e deparei-me com um excelente frade debaixo de um pinheiro mesmo a beirinha da estrada, e como geralmente me faço acompanhar da maquina fotográfica não resiste, e disparei, e na foto ficou esta maravilha da natureza.Este fenómeno da natureza nasceu praticamente mesmo debaixo do ruído dos aviões da força aérea Portuguesa, ali para os lados do futuro aeroporto Ja menne...Não seria melhor dedicar-mo-nos ao cultivo destes frutos do que pensar no novo aeroporto?Como o País já bateu no fundo lá vamos continuar a empenhar o futuro dos nossos netos, para não falar dos filhos, porque muitos são os licenciados que já engrossam a lista dos desempregados.Obrigado senhores governantes pelos cento e cinquenta mil postos de trabalho que criaram para a juventude do País, isto é mesmo um país de mentirosos...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Casamento.
Depois do namoro veio o casamento, e foi nesta maravilhosa igreja que juramos amor eterno, e depois dos anos vieram os filhos, mas também os netos.E além do meu casamento, também foi aqui nesta igreja, que os meus dois filhos receberam o Santíssimo sacramento...A Paula e o Daniel: Os netos, a Joana com oito anos de idade,e o Duarte com três anos, são dois netos maravilhosos inteligentes, e amigos dos Pais, e também dos avós...É sem duvida uma ternura de crianças,mas também têm a feliz ideia de que os avós são loucos por eles...O ser humano não é mais que o que ele se faz, e este é o primeiro principio do existencialismo, sendo também o primeiro principio da subjectividade. Então isto significa que o ser humano primeiro existe.
O que antes de mais nada,é o que se lança para o futuro,o que é consciente de se projectar num futuro...
Julgamos dizer isto mesmo que tentamos explicar:
São estes pequenos detalhes que nos ligam a determinados sítios, com um carinho muito profundo, e pelas coisas boas de que gostamos, e nos atraiam...Relíquias de há séculos:Altares mores em talha doirada...
Património religioso tratado com muito carinho e amor:Tanto no seu interior como no seu exterior
Parabéns ao povo da Coutada pela vossa linda e maravilhosa Igreja.Obrigada e até sempre...
O que antes de mais nada,é o que se lança para o futuro,o que é consciente de se projectar num futuro...
Julgamos dizer isto mesmo que tentamos explicar:
São estes pequenos detalhes que nos ligam a determinados sítios, com um carinho muito profundo, e pelas coisas boas de que gostamos, e nos atraiam...Relíquias de há séculos:Altares mores em talha doirada...
Património religioso tratado com muito carinho e amor:Tanto no seu interior como no seu exterior
Parabéns ao povo da Coutada pela vossa linda e maravilhosa Igreja.Obrigada e até sempre...
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
História
Foi nesta habitação actualmente, hoje fechada, e com pouco uso,que conheci uma jovem com 20 anos no ano de 1970, órfão de Pai, tendo falecido com a malvada doença de silicose devido ao facto de trabalhar nas minas da Panasqueira, e devido ao pó da mina,deixando a encargo da sua viúva quatro filhos de tenra idade, menores e já dois felizmente casados e imigrados em França.Aqui namorei, e aqui casei, e sempre que tinha férias e antes de ter casa própria na minha aldeia era para aqui que de vez em quando vinha repousar alguns dias com os meus dois filhos, e esposa....Esta é naturalmente a minha segunda terra alem da minha, e deste casamento que felizmente perdura até aos dias de hoje Deus bafejou-nos com a sorte de dois filhos lindíssimos, a Paula hoje com a bonita idade de 36 anos licenciada em relações publicas e Marketing, e o Daniel com 29 anos técnico de electrónica de telemóveis.
Sinto-me tão bem aqui, na Coutada como se estivesse na minha própria casa porque as pessoas da Aldeia além de acolhedoras também são hospitaleiras...Conheci muita gente antiga com quem tive o privilegio de contactar.Hoje infelizmente já não fazem parte da historia...Algumas já faleceram e os mais novos devido a falta de postos de trabalho imigraram uns para França outros para a Suíça...Isto repete-se um pouco por todo o interior destas maravilhosas Aldeias...
Sinto-me tão bem aqui, na Coutada como se estivesse na minha própria casa porque as pessoas da Aldeia além de acolhedoras também são hospitaleiras...Conheci muita gente antiga com quem tive o privilegio de contactar.Hoje infelizmente já não fazem parte da historia...Algumas já faleceram e os mais novos devido a falta de postos de trabalho imigraram uns para França outros para a Suíça...Isto repete-se um pouco por todo o interior destas maravilhosas Aldeias...
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Parque Natural Serra da Estrela.
Este cão conhecido, por cão serra da Estrela,é um animal dócil,meigo corpulento,amigo do seu dono, e muito útil na guarda dos rebanhos de ovelhas, fazem ou faziam frente aos seus rivais conhecidos por lobos no ataque aos rebanhos...Não tenho nenhum porque de momento tenho um rafeiro, e como guarda e atento a todos os pormenores estranhos em seu redor...Como podem verificar eles próprios conseguiram o seu habita-te no meio das rochas graníticas, e é aqui que se sentem em plena liberdade.
Caso queiram ver a realidade, fica no parque natural da Serra da Estrela junto ao viveiro das trutas.
Caso queiram ver a realidade, fica no parque natural da Serra da Estrela junto ao viveiro das trutas.
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Telhados do Telhado
Peço desculpa ao autor desta foto!Uma foto dos telhados da minha aldeia:E o autor da mesma vai continuar a desculpar-me por a ter roubado em qualquer lugar...O autor que teve a inteligência de a captar pode vir a publico criticar a sua razão de ser...Por mim continua com os mesmos direitos de autor.A direita temos a torre da nossa Igreja Matriz,local onde foram batizadas muitas crianças, desde há longos anos, e que pela ultima vez prestamos homenagem aos nossos ante-queridos familiares que partem para a vida da eternidade...
Uma chaminé deitando fumo obviamente, num dia de frio,e em pleno inverno.Ao fundo a serra que divide o Telhado com a freguesia do Barco.Toda esta serra desde o barco e o Telhado há poucos anos foi reduzida a cinjas por um dos maiores incêndios da nossa região e bastante badalado nas televisões do nosso País:
E devido a grande seca nesse verão, eu próprio vi um técnico de helicóptero tirar águas de um tanque bastante reduzido mesmo dentro da aldeia, e alguém teve a óptima ideia de fazer algumas fotografias...
Uma chaminé deitando fumo obviamente, num dia de frio,e em pleno inverno.Ao fundo a serra que divide o Telhado com a freguesia do Barco.Toda esta serra desde o barco e o Telhado há poucos anos foi reduzida a cinjas por um dos maiores incêndios da nossa região e bastante badalado nas televisões do nosso País:
E devido a grande seca nesse verão, eu próprio vi um técnico de helicóptero tirar águas de um tanque bastante reduzido mesmo dentro da aldeia, e alguém teve a óptima ideia de fazer algumas fotografias...
domingo, 10 de janeiro de 2010
Serra da Estrela-Manteigas
Iniciei este passeio pelo lado da Covilhã,subi até ao meio da serra e já na subida parei mesmo frente a primeira fonte,e aqui permaneci alguns momentos para fazer algumas fotos,de seguida continuei até a serra,e aqui já num dos pontos bastante alto virei de itinerário em direcção a Manteigas, fazendo essa descida com estrada estreita com algumas curvas demasiado inclinada,chegando ao viveiro das trutas nova paragem para ver coisas belas que a natureza nos propõe nestas bonitas fotos, com alguma verdura que a natureza ainda nos vai oferecendo...Com paisagem de floresta, e com o tempo ainda quente continuamos viagem até uma praia fluvial próximo de Manteigas, e aqui aproveitamos para nos banharmos durante algum tempo, águas limpas,e pouco geladas...Adoro esta região que conheço há longos anos, faço este passeio sempre que tenha disponibilidade:E aproveitando este espaço de tempo acabei no mesmo instante por fazer umas fotos aos bonitos cães pachorrento da Serra de Estrela.No momento que escrevo este texto e segundo informações este itinerário esta cortado ao trânsito e cheio de neve.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Fonte na Freguesia da Coutada
Sou uma fonte colocada no largo do Casão,mais conhecido por este nome,na Aldeia da Coutada, e há alguns anos, e muito próximo do rio zezere, e a água que distribuo, e ofereço a todas as pessoas minhas amigas, e que gostam de me visitar:
Estou bem colocada mesmo no centro da aldeia, e as minhas águas vêm da encosta da serra,e permaneço acordada de noite e de dia, e quem quiser a minha água, é só vir prevenido com um recipiente, tanto me faz que seja cântaro, bilha, ou mesmo um garrafão de plástico...Estou disponível 24 horas por dia, afim de vos oferecer a minha preciosa água,água das nascentes da nossa serra:Sou uma fonte de extremamente bondosa porque oferecendo-vos a minha água evitais de recorrer aos supermercados para comprar garrafões cheios de água sabe-se lá de onde, por isso aproveitai toda esta minha bondade e generosidade.
Estou bem colocada mesmo no centro da aldeia, e as minhas águas vêm da encosta da serra,e permaneço acordada de noite e de dia, e quem quiser a minha água, é só vir prevenido com um recipiente, tanto me faz que seja cântaro, bilha, ou mesmo um garrafão de plástico...Estou disponível 24 horas por dia, afim de vos oferecer a minha preciosa água,água das nascentes da nossa serra:Sou uma fonte de extremamente bondosa porque oferecendo-vos a minha água evitais de recorrer aos supermercados para comprar garrafões cheios de água sabe-se lá de onde, por isso aproveitai toda esta minha bondade e generosidade.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Nome de Rua.
Uma vez mais recorro as fotos que possui em meu poder, e aproveito esta já utilizada noutra altura para trazer ao conhecimento dos membros da junta de freguesia do Telhado, que esta rua em documentos antigos está conotada com o nome de rua do fundo, depois do 25 de Abril esteve colocado numa parede logo a entrada da Aldeia uma placa anunciando rua D. Estefânia Castelo Branco, e hoje têm o nome rua 11 de Abril!...
Não sei nem tão pouco faço ideia de onde foi herdado esse nome...Mas calculo...
Será que este nome rua 11 de Abril foi discutido em assembleia de Freguesia?
Uma vez que já mudou de nome tantas vezes em poucos anos, porque não por em discussão de assembleia de Freguesia, e mudar o nome para Rua Combatentes do Ultramar?
Para mim e naturalmente, e para mais Telhadenses como eu obviamente que teria um significado que tocava no fundo do sentimentos de muitos filhos da nossa terra, e felizmente ainda vivos:
É a rua principal que vai desde a entrada da aldeia até ao largo da praça..
Era uma justa homenagem a todos os militares que combateram nas guerras de África, Angola, Guiné, Moçambique, Timor, Índia ,Macau, que provavelmente viam o seu esforço reconhecido pelo poder local...
Para mim seria uma extraordinária proposta, em data a marcar.Pensem no assunto!...
Não sei nem tão pouco faço ideia de onde foi herdado esse nome...Mas calculo...
Será que este nome rua 11 de Abril foi discutido em assembleia de Freguesia?
Uma vez que já mudou de nome tantas vezes em poucos anos, porque não por em discussão de assembleia de Freguesia, e mudar o nome para Rua Combatentes do Ultramar?
Para mim e naturalmente, e para mais Telhadenses como eu obviamente que teria um significado que tocava no fundo do sentimentos de muitos filhos da nossa terra, e felizmente ainda vivos:
É a rua principal que vai desde a entrada da aldeia até ao largo da praça..
Era uma justa homenagem a todos os militares que combateram nas guerras de África, Angola, Guiné, Moçambique, Timor, Índia ,Macau, que provavelmente viam o seu esforço reconhecido pelo poder local...
Para mim seria uma extraordinária proposta, em data a marcar.Pensem no assunto!...
domingo, 27 de dezembro de 2009
Criminalidade.
Um Ano de Insegurança.
O ano de 2009 foi mais inseguro do que o ano de 2008?Foi quase todos os indicadores que medem a insegurança disparou.A segurança é um conceito complexo suportado em vários pressupostos.Alguns objectivos, outro ideal subjectiva ,suportado nas representações que construírem na crença mais ou menos difusa de quem perdeu ameaças sobre o nosso bem-estar.Todos estes factores se agravam no decurso de 2009.Primeiro disparou a crise e logo o desemprego subiu essencialmente.A segurança em face da estabilidade laboral dominam.Em segundo lugar os valores de confiança no sistema de saúde foram comportados com a possível pandemia por causa do vírus do H 1 N1.O medo ganhou maior sustentação, pois o regresso dos velhos fantasmas nascidos da célebre gripe Espanhola?Começou a ser ameaçada, e imaginada.
Portanto, os medias de insegurança, no respeito à saúde, aumentaram.Certo que baixou a mortalidade decorrente da sinistralidade rodoviária, embora sendo insuficiente para garantir maior confiança.Porém,foi sobre algumas condutas criminais que se tornaram dominantes as criticas,as noticias,a exaltação emocionada, diria mesmo transtornada, que centrou a atenção publica e paralisou a discussão politica.Referi-mo-nos aquilo que são os dois eixos fundamentais de acontecimentos sobre a quais decorreu o ano de 2009.A crescente visibilidade da violência domestica,construída sobre assassinatos de mulheres,tem vindo a merecer uma notoriedade que mobiliza cada vez maior número de interessados para militar nesta causa pela afirmação dos direitos de cidadania que reage quando substitui o amor pela violência, a morte pela vida.E daqueles crimes que têm levado tempo a impor-se, enquanto censura social forte, graças a um histórico secular de diminuição da condição feminina e que forçou noutras vertentes, como é o caso da politica ,à exigência do critério de quotas.Esta vaga de visibilidade, porém, decisiva, e importante do ponto de vista preventivo, para que se alicerce o leque de combativo pela igualdade de direitos e pelo respeito da dignidade das mulheres.
Criminologista
Moita Flores
Revista Correio da Manhã 27/12 /2009
O ano de 2009 foi mais inseguro do que o ano de 2008?Foi quase todos os indicadores que medem a insegurança disparou.A segurança é um conceito complexo suportado em vários pressupostos.Alguns objectivos, outro ideal subjectiva ,suportado nas representações que construírem na crença mais ou menos difusa de quem perdeu ameaças sobre o nosso bem-estar.Todos estes factores se agravam no decurso de 2009.Primeiro disparou a crise e logo o desemprego subiu essencialmente.A segurança em face da estabilidade laboral dominam.Em segundo lugar os valores de confiança no sistema de saúde foram comportados com a possível pandemia por causa do vírus do H 1 N1.O medo ganhou maior sustentação, pois o regresso dos velhos fantasmas nascidos da célebre gripe Espanhola?Começou a ser ameaçada, e imaginada.
Portanto, os medias de insegurança, no respeito à saúde, aumentaram.Certo que baixou a mortalidade decorrente da sinistralidade rodoviária, embora sendo insuficiente para garantir maior confiança.Porém,foi sobre algumas condutas criminais que se tornaram dominantes as criticas,as noticias,a exaltação emocionada, diria mesmo transtornada, que centrou a atenção publica e paralisou a discussão politica.Referi-mo-nos aquilo que são os dois eixos fundamentais de acontecimentos sobre a quais decorreu o ano de 2009.A crescente visibilidade da violência domestica,construída sobre assassinatos de mulheres,tem vindo a merecer uma notoriedade que mobiliza cada vez maior número de interessados para militar nesta causa pela afirmação dos direitos de cidadania que reage quando substitui o amor pela violência, a morte pela vida.E daqueles crimes que têm levado tempo a impor-se, enquanto censura social forte, graças a um histórico secular de diminuição da condição feminina e que forçou noutras vertentes, como é o caso da politica ,à exigência do critério de quotas.Esta vaga de visibilidade, porém, decisiva, e importante do ponto de vista preventivo, para que se alicerce o leque de combativo pela igualdade de direitos e pelo respeito da dignidade das mulheres.
Criminologista
Moita Flores
Revista Correio da Manhã 27/12 /2009
sábado, 26 de dezembro de 2009
Natal Mais Pobre.
Fundão:
290- Na Loja Social.
O número de Famílias apoiadas regularmente pela Loja Social do Fundão cresceu de 50 para 290 em oito meses,a maioria das quais afectada pelo desemprego,disse o vice Presidente da câmara local,Paulo Fernandes.
Correio da Manha 26/12 / de 2009.
290- Na Loja Social.
O número de Famílias apoiadas regularmente pela Loja Social do Fundão cresceu de 50 para 290 em oito meses,a maioria das quais afectada pelo desemprego,disse o vice Presidente da câmara local,Paulo Fernandes.
Correio da Manha 26/12 / de 2009.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Um Casal de Sucesso.
O casal que aqui morou, já faleceu há longos anos, e aqui fizeram a passagem de muitos Natais pessoas ligadas a pastorícia, e ao campo,e como exclusivo Deus só os bafejou com o nascimento de uma única filha. Esta depois casou, e por sorte foi morar para junto, aliaá próximo dos meus Pais, no centro da aldeia,eu na altura um jovem com os meus 17 anos, como bons vizinhos assisti ao crescimento de um dos seus filhos o Fernando um empresário de sucesso na área da fabricação de tijolos como já descrevi neste blog.
Mas o meu raciocínio vêm a propósito da época Natalícia,sempre que me desloco ao Telhado e que encontre este casal conhecido pelo tio Luís dos Santos Isidro e a Senhora Anita esposa recebo deles, sempre as maiores simpatias e uma amizade,e com um sorriso do tamanho do mundo...
Como habitamos porta com porta ficou sempre no fundo dos nossos corações o ressentimento da amizade, que perdurará ate aos últimos dias das nossas vidas!
Resta-me simplesmente a todos aqueles que têm a oportunidade de visitar este blog, um natal muito feliz, e um ano novo cheio das maiores felicidades:
Mas o meu raciocínio vêm a propósito da época Natalícia,sempre que me desloco ao Telhado e que encontre este casal conhecido pelo tio Luís dos Santos Isidro e a Senhora Anita esposa recebo deles, sempre as maiores simpatias e uma amizade,e com um sorriso do tamanho do mundo...
Como habitamos porta com porta ficou sempre no fundo dos nossos corações o ressentimento da amizade, que perdurará ate aos últimos dias das nossas vidas!
Resta-me simplesmente a todos aqueles que têm a oportunidade de visitar este blog, um natal muito feliz, e um ano novo cheio das maiores felicidades:
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Esquadra de Policia -PIQUETE
Apenas 20 anos
Passaram esta semana, 20 anos sobre a Declaração dos Direitos da Criança. Parece tudo tão breve e, afinal, é mesmo breve o tempo que confirmou a necessidade de afirmar direitos de cidadania para além da secular declaração dos Direitos Universais do Homem.A condição e a idade não participaram no marco fundador dos tempos de anseio da igualdade democrática. E tem sido um caminho de revelação da nossa natureza mais egoísta, mais mesquinha, mais sórdida, que é denunciada por números e notícias. São milhões de crianças que todos os anos morrem de fome, que ainda vivem escravizados pelo trabalho, que participam nas guerras dispersas pelo mundo,que nunca foram à escola ou são vítimas de violência doméstica.Vítimas às mãos dos pais, vitimas às mãos das mães. A evocação destes 20 anos do reconhecimento de cidadania é revelador da lentidão com que descobrimos a importância dos nossos filhos na afirmação da vida e da dignidade. Ainda por cima quando esta afirmação de princípios resulta de uma exigência e não de uma natural ordem de percepção da cidadania. De facto o olhar atento sobre as crianças começa no instante em que os países do hemisférico norte,os países ricos, descobrem que estão a envelhecer,que são cada vez menores os bandos de crianças.Quando percebem que as reservas potenciais do trabalho vão escassear, que o modelo económico que se desenvolvem, produzindo o trabalho precário algemado a crise que não deixam prever o futuro, secundarizou a gravidez,apertou-a nas barrigas de ferro do economicismo.E as crianças começaram a ser um bem cada vez mais escasso. Mais desejado e cada vez mais escasso. Por isso, evocar estes vinte anos de reconhecimento de direito e,forçosamente, a necessidade de interpelar os nossos percursos de vida.A necessidade de percebermos como foi possível chegarmos à necessidade de entregar direitos à população do amor. De facto, é urgente Humanizar a Humanidade. Chega de tanto sofrimento.
Francisco Moita Flores
Criminologista
Passaram esta semana, 20 anos sobre a Declaração dos Direitos da Criança. Parece tudo tão breve e, afinal, é mesmo breve o tempo que confirmou a necessidade de afirmar direitos de cidadania para além da secular declaração dos Direitos Universais do Homem.A condição e a idade não participaram no marco fundador dos tempos de anseio da igualdade democrática. E tem sido um caminho de revelação da nossa natureza mais egoísta, mais mesquinha, mais sórdida, que é denunciada por números e notícias. São milhões de crianças que todos os anos morrem de fome, que ainda vivem escravizados pelo trabalho, que participam nas guerras dispersas pelo mundo,que nunca foram à escola ou são vítimas de violência doméstica.Vítimas às mãos dos pais, vitimas às mãos das mães. A evocação destes 20 anos do reconhecimento de cidadania é revelador da lentidão com que descobrimos a importância dos nossos filhos na afirmação da vida e da dignidade. Ainda por cima quando esta afirmação de princípios resulta de uma exigência e não de uma natural ordem de percepção da cidadania. De facto o olhar atento sobre as crianças começa no instante em que os países do hemisférico norte,os países ricos, descobrem que estão a envelhecer,que são cada vez menores os bandos de crianças.Quando percebem que as reservas potenciais do trabalho vão escassear, que o modelo económico que se desenvolvem, produzindo o trabalho precário algemado a crise que não deixam prever o futuro, secundarizou a gravidez,apertou-a nas barrigas de ferro do economicismo.E as crianças começaram a ser um bem cada vez mais escasso. Mais desejado e cada vez mais escasso. Por isso, evocar estes vinte anos de reconhecimento de direito e,forçosamente, a necessidade de interpelar os nossos percursos de vida.A necessidade de percebermos como foi possível chegarmos à necessidade de entregar direitos à população do amor. De facto, é urgente Humanizar a Humanidade. Chega de tanto sofrimento.
Francisco Moita Flores
Criminologista
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
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